Escrito por M. Passamai às 16h12
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Para a minha mulher, Simone, todo o amor que houver nesta vida... Mesmo que o trabalho me leve para longe...
Dois Elefantes
Os Paralamas do Sucesso

Não sei se hoje é ontem ou anteontem
E do seu telefonema eu não vi nem a cor
Existe uma coisa que me dói perder, existe
Uma coisa que eu custei a ganhar
Meu rosto e teu rosto, rindo
Dois elefantes, no fundo do mar
Me falaram de um trem, eu fui pra estação
E do seu sorriso eu não vi nem a cor
Existe uma coisa que eu queria esquecer, existe
Uma coisa que me dói lembrar
Meu rosto e teu rosto roxos
Dois elefantes sem respirar
E o tempo, o tempo
É um trem que custa a passar
Alguém te viu rindo, eu tava longe
Um elefante pra lá, outro pra cá
Escrito por M. Passamai às 17h51
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AH!!! Se todas as religiões falassem de poesias....
Se eu fosse um padre

Mario Quintana
Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
– muito menos no Anjo Rebelado
e os encantos das suas seduções,
não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições...
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,
Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
...e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!”
Escrito por M. Passamai às 15h35
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A Cidade Muda... calada
É estranho ver coisas do nosso cotidiano ao longe... Depois de tantos anos vivendo as coisas do dia a dia de Florianópolis, depois de mais de um ano longe da função pública em que me dediquei profissionalmente, vejo esta mesma cidade ao longe... Retornando semanalmente, vejo pequenas e grandes diferenças... Percebo detalhes que aqueles que vivem e convivem com a cidade não percebem... O fato é que o sentimento muda... Passa a ser um sentimento de quem volta para casa e encontra os móveis da sala em locais diferentes... Mas o fato é que é a mesma casa...
Escrito por M. Passamai às 22h12
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